quinta-feira, 24 de maio de 2012


Os grandes Ilustradores de Pin up’s

Conheça alguns dos mais famosos ilustradores de pin-ups dos anos 40-50. 
Existem vários nomes por trás de imagens famosas dessas garotas sexys com ar de inocente que são inspiração para nós ainda hoje.  deles (e delas):
Gil Elvgren e Alberto Vargas são certamente os mais famosos porém, vale a pena conhecer outros muitos talentosos, e entre eles, algumas personas femininas.




Rolf Armstrong (1889-1960)

Foi um artista americano que sempre se encantou pelo brilho da sociedade e pela beleza das pessoas, principalmente a das mulheres. E é nesta combinação de gostos que surgem as suas famosas pin-ups: um hino ao carácter feminino determinado e corajoso, sem que ao mesmo tempo perca a sua elegância e “angelical” sensualidade.

Era um artista que buscava a perfeição, se recusava a pintar a partir de fotografias e era extremamente exigente com revistas que publicavam suas pin-ups, para ele a imagem deveria ter a mesma “frescura e cor vibrante” da tela. 

Durante as décadas de 20 e 30, várias estrelas, principalmente actrizes conhecidas, posaram para os seus retratos: Mary Pickford, Greta Garbo, Marlene Dietrich, Katherine Hepburn... O seu trabalho começou a ser capa de peças de teatro e de vários filmes.

Armstrong morreu em 1960, no Havai, deixando como legado uma das mais características expressões da cultura pop.


 
Gil Evlgren (1914-1980)

 Foi o mais importante ilustrador de pinups do século vinte. Durante sua carreira, que começou em meados de 1930 e durou mais de quarenta anos, ele estabeleceu-se como o ilustrador favorito dos colecionadores e fãs de pinups do mundo inteiro. Embora a maior parte de seu trabalho tenha sido criado para uso comercial, cada vez mais tem sido reconhecido como artístico por colecionadores, museus, galerias e distribuidores. Apesar de ser considerado um importante artista e ilustrador de pinups, Evlgren merece ser reconhecido como um clássico ilustrador americano cuja carreira abrange diferentes campos da arte comercial. Ele sempre foi um mestre em retratar a beleza feminina, e sua arte não deve de forma alguma limitar-se a indústria dos calendários pinup.

 

Edward Runci (1914-1980)

Edward Runci foi um excelente, mas infelizmente pouco conhecido ou falado mestre de pin-ups em óleo.
Suas pinceladas exuberantes revelam um talento e de competências comparável ao Gil Elvgren, embora Runci aparentemente não é um graduado da loja Sundblom.
Runci era um retratista em Hollywood quando foi abordado por uma empresa de calendários que utilizavam pin-ups para suas ilustrações. Logo cedo, em 1950, Runci já pintava suas pin-ups com faces rosadas, voluptuosas, muitas vezes loiras inspiradas em  Marilyn Monroe cuja saudável sensualidade irradiava para fora das telas. Runci pintava suas meninas freqüentemente pegas em situações comprometedoras e/ou sensuais.

 
Alberto Vargas (1896-1982)

Nascido em Arequipa  no Peru, no dia 9 de fevereiro de 1896, foi batizado com o nome de Joaquín Alberto Vargas y Chávez. Filho do famoso fotógrafo peruano Max Vargas , foi estudar Artes na Europa ainda muito jovem e, em 1916, foi viver nos Estados Unidos.
No início de sua carreira, trabalhou em vários estúdios e revistas como a Ziegfeld Follies. Sua fama veio em 1940, quando passou a desenhar suas belas pin-ups na “Esquire Magazine”, durante o período da segunda guerra mundial. Muitas dessas pin-ups eram estampadas nos aviões americanos durante a guerra. Vargas se consagrou com sua arte, sendo até hoje um dos mais famosos artistas do gênero. Suas mulheres ficaram conhecidas como “Vargas Girls” (garotas de Vargas).




Billy DeVorss (1908-1985)
 
William Albartus DEVorss, mais conhecido como Billy De Vorss, nasceu em St. Joseph, Missouri em 1908. Ele graduou-se no Instituto Kansas City Art em 1934 e logo depois mudou para Nova York para exercer sua carreira em pin-up arte e publicidade.
Passado um tempo o trabalho dele não tinha a mesma qualidade fotográfica de Vargas, foi o uso das cores que transformou o trabalho de Billy De Vorss conhecido. Ele trabalhava exclusivamente em pastels, devido a rapidez da qual ele poderia trabalhar e do efeito que produzia.
Diferente de outros artistas da época, DeVorss era auto-didata e vendeu suas primeiras pin-ups quando ainda era caixa em um banco.  Suas garotas exuberantes eram inspiradas na vida noturna de Nova York.


Earl Moran (1893 – 1984) 

Estudou na Art Students League em Manhattan, onde se destacou e ganhou fama até se tornar a estrela do mundo das Pin-ups. Moran pintava e fotografava garotas para calendários, cartazes publicitários e revistas. Com sua arte e olhar apurado captava as mais belas poses (e curvas) das garotas.
Não demorou muito até que ele se tornasse super solicitado, pois onde apareciam seus trabalhos, o público se encantava e as vendas disparavam. Estrelas como Betty Grable e Marilyn Monroe (da qual se tornou amigo) foram eternizadas em suas telas.
Do pastel ao óleo, pintou até quase não enxergar mais, mas mesmo sem enxergar direito, ainda fez lindas obras.



Artur Sarnoffn (1912-2000)

Foi um artista americano dos anos 30. Antes de trabalhar como ilustrador, Sarnoff estudou na Escola Industrial e da Escola de Arte Grand Central em Nova York. Ele era um membro da Society of Illustrators.
Sarnoff era um estudante de John Clymer e Andrew Wyeth. Seu portoflio inclui um extenso trabalho comercial para revistas semanais e sua arte apareceu em uma variedade de campanhas publicitárias, incluindo xarope de Karo, Dextrose, Lucky Strike, Coors, Camay, Sal Hepatica, Listerine  e Vick Vapo Rub.
Seu trabalho era lunático e envolvente e se baseou fortemente em temas de Americana e humor pastelão. Um de seus quadros, "The Hustler", foi uma das impressões mais vendidos da década de 1950. Ele também era conhecido por ter pintado retratos de pessoas famosas, como Bob Hope e John F. Kennedy. 




Al Moore (19??-1991)



Al Moore foi um ilustrador auto-didacta, muito ocupado entre as décadas de 40 e 50 trabalhando para o desenvolvimento de propaganda e publicidade, com um estilo realista ele ilustrou para inúmeras revistas e marcas importantes nos Estados Unidos e foram as suas pin-ups que lhe deram popularidade.
Depois de algumas aulas no Instituto de Arte de Chicago, Moore resolveu abrir seu próprio estúdio em NY, em 1930. Durante os anos da 2ª Guerra, ele foi contratado pelo governo americano para pintar posteres. Em 1946, Moore foi chamado pela revista Esquire para subistituir nada mais, nada menos, que Alberto Vargas. Na revista, ele teve oportunidade de criar vários calendários (dos quais, postarei o de 1950 aqui pra vocês). Seus calendários faziam tanto sucesso quanto os de Elvgren.

Moore era mebro da Sociedade dos Ilustradores e foi convidado pela mesma a pintar o cartaz para a exposição de 1959. O cartaz fez tanto sucesso que várias empresas americanas lhe encomendaram cartazes de publicidade, tais como: Pan American Airlines, Nash Automóveis, Coca-Cola, entre outras.

Quando as revistas começaram a usar fotografias em vez de ilustrações, Moore se aposentou e dedicou seu tempo de aposentadoria a pintar belas artes.





 

terça-feira, 22 de maio de 2012

 JUKEBOX

Já que um dos assuntos que mais irão ver por aqui é MÚSICA, aqui vai um pouco da história do JUKEBOX, máquinas, que fizeram a cabeça da moçada em meados do século passado, e que hoje voltaram a ser sucesso em bares e restaurantes.


As máquinas reprodutoras de música têm evoluído imenso desde a invenção do fonógrafo. Actualmente, um leitor de MP3 pesa alguns gramas apenas e ocupa um espaço mínimo mas nem sempre foi assim. Houve tempos em que as máquinas que nos davam música eram enormes armários carregados de discos de vinil. As Jukebox, porém, nada tinham a ver com aquelas geringonças horrendas que nos dão bebidas ou sandes; eram lindas!

Cada bar ou café que se prezasse tinha uma com os maiores êxitos do Twist e do Rock n' Roll, sobretudo este último. As primeiras máquinas apareceram nos EUA ainda nos anos '30 e tinham uma capacidade de cerca de 20 discos de 78 RPM (os mesmos que se usavam nos gramofones). Mais tarde a marca Seeburg introduziu os discos de 45 RPM ao mesmo tempo que aumentava a capacidade dos seus aparelhos (as maiores levavam cerca de 200 discos).  

O termo "JukeBox" surgiu nos Estados Unidos na década de 1930, derivado da expressão Afro-Americana "Juke" ou "Jook", que significa "dança". Embalados pelos sucessos de Elvis Presley, Jerry Lee Lewis, Chuck Berry (entre muitos outros), os adolescentes da época eram os maiores consumidores dessas máquinas. Com a tentativa de quebrar paradigmas sociais e raciais, a “juventude transviada” - como eram conhecidos – se reunia geralmente nas lanchonetes para ouvir o tão criticado Rock ‘n Roll.
 
Por trás do envidraçado, ocorria um espetáculo deslumbrante: pausadamente, um dispositivo articulado sacava um disco de vinil do seu lugar na fila e colocava-o no prato de um gira-discos que começava a rolar; de imediato, sobre ele descia um braço de baquelite com uma agulha. Todos os sons contidos nas espiras do vinil se soltavam então, estridentes e ensurdecedores, pelos altifalantes roufenhos da máquina.

Considerado por muitos como o padrão universal das Jukeboxes, o modelo 1015 foi criado pelo renomado designer Paul Max Fuller e, até hoje, serve de inspiração para outros fabricantes e seus criativos. A versão original  registrava 78 RPM (24 discos de vinil), mas, hoje, pode ser encontrada com CDs e até mesmo MP3.






segunda-feira, 21 de maio de 2012

Ajudando as coleguinhas!

Sorteio do Blog Mundo Ramona em parceria com a Lady Fetiches!!! essa é minha chance extra! e você já está concorrendo???


sexta-feira, 18 de maio de 2012

To chegango!!!

Oi gente!!! 

Estou criando este blog, para ficar mais perto de outros tantos que eu gosto muito e também para poder compartilhar coisas como moda, música, arte, cultura, sexualidade...enfim, coisas que acho interessantes e sempre com aquele toque retrô, vintage, pin up que tanto amo!


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